domingo, 10 de junho de 2012

Alunos do Colégio São José carregando a Cruz Mundial da Juventude

Nos dia 03 e 04 de junho 2012 a Cidade de Formosa/GO recebeu a Cruz Mundial da Juventude e o Icone de Nossa Senhora. O Colégio São José participou ativamente das programações deste evento. Foram dois dias bastantes intensos de atividades religiosas e culturais. Formosa recebeu 1044 jovens de outras cidades vizinhas.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Plataforma Noctua / lançamento em 16 e 19 de Maio


Plataforma Noctua promete recursos para compartilhamento de conteúdos didáticos e de experiências no ensino

A Sapienti anunciará durante o Educar 2012 – evento que acontece em São Paulo entre os dias 16 e 19 de maio o lançamento do Noctua, ambiente colaborativo com recursos de rede social totalmente voltado à área educacional.

Os educadores contarão com mais de 1000 arquivos digitais, entre arquivos PPT, PPTX, ScrapBook e Flash, com forte apelo visual para dinamizar as aulas, diz o site. O professor poderá compartilhar experiências, ideias e publicar exercícios que irão compor o conteúdo de uma aula.

Os exercícios atendem à demanda de aulas para o Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio e Cursos Técnicos. Quem possui tecnologias diferentes em sala de aula que não da Sapienti pode assinar a rede social em varias opções de planos avulsos. Uma assinatura mensal pode chegar no máximo a 25 reais, valor bem acessível para um professor”, afirma Gonçalo Margall, diretor da companhia.

As ferramentas que os professores encontrarão no Noctua são:

• Busca – O professor pode buscar exercícios classificados por nível escolar, disciplina e assunto.

• Downloads – Não há limite para downloads, e o formato do arquivo pode ser convertido para qualquer tecnologia dos fabricantes de quadros interativos.

• Ranking (corujinhas) – Os exercícios e os professores são avaliados por toda a comunidade. Os materiais mais baixados e os mais utilizados para compor o conteúdo das aulas são identificados com um número crescente de corujinhas, o símbolo da Sapienti e do Noctua.

• Postagem – O professor pode postar seus exercícios, que ficam disponíveis para qualquer usuário participante baixar e utilizar em aula.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/05/03/rede-social-para-professores-traz-mais-de-1000-arquivos-para-aulas/

domingo, 6 de maio de 2012

Que interessante! A transparência chegando









Excelências: "agora político sujo tá ferrado".


Segue endereço de um portal criado para termos acesso a todos os dados dos parlamentares em exercício(inclusive passagens pela justiça).

Basta clicar na cidade ou estado e fazer a busca. Se buscarem sem digitar nada, aparece uma lista com todos os políticos da zona escolhida.

http://www.excelencias.org.br
Façam bom uso e COMPARTILHEM essa ferramenta, que é muito importante.
É um ano de eleições e podemos fazer a diferença.
















   

quarta-feira, 25 de abril de 2012

QUE PROFESSOR NÓS PRECISMOS?

Professor não pode concorrer com a internet

Para especialistas, o apresentador de informações vai desaparecer, mas o educador que vai além delas é cada vez mais necessárioImagine, em um mundo sem internet, o dia em que professores são avisados que dali para frente uma ferramenta de pesquisa permitirá aos seus alunos ler, assistir, ouvir e discutir sobre qualquer assunto. Qual seria a reação dos educadores? Para especialistas, há muito motivo para comemorar: a chance de obter êxito no aprendizado aumenta. Na vida real, a recepção não foi bem assim. A falta de adaptação do professor às novas tecnologias e ao aluno influenciado por elas são tema do segundo dia da série especial do iG sobre os problemas na formação do docente.


Como o professor deve lidar com a tecnologia?
Quantcast

Incluída ou não na aula, presente ou não na escola, a internet faz parte da rotina dos alunos. Em 2008, quando apenas 23% dos lares estavam conectados segundo o Ibope, o instituto já apontava que 60% dos estudantes tinham acesso à rede de algum modo. Em pesquisa realizada nas escolas estaduais do Rio de Janeiro em 2011, 92% disseram estar online ao menos uma vez ao dia.
“O professor pode escolher como tratar a internet, mas não pode ignorá-la”, diz o pesquisador emérito de Ciências da Educação da Universidade de Paris 8 e visitante na Universidade Federal do Sergipe, Bernard Charlot. Ele vê duas possibilidades para o educador: fazer o que a máquina não sabe ou ser substituído.
“Ninguém pode concorrer com o Google em termos de informação. O professor que ia à frente da sala apresentar um catálogo vai desaparecer em 20 anos e ser substituído por um monitor”, afirma sem titubear, emendando um alento: “Por outro lado, o professor que ensina a pesquisar, organizar, validar, resolver problemas, questionar e entender o sentido do mundo é cada vez mais necessário.”
O pesquisador defende que o aparente problema de falta de entrosamento com a tecnologia na verdade é a lente de aumento que a internet colocou sobre a falta de formação para a docência. “Não é que o professor não sabe ensinar a pesquisar na internet, é que ele não sabe ensinar a pesquisar. Muitas vezes é mais simples ainda: o professor não sabe como ensinar.”
Para ele, a culpa não é do profissional, mas do sistema engessado que além de não formá-lo não o deixa fazer diferente. “Não faz sentido começar um trabalho na internet e, depois de 50 minutos, dizer: a gente continua semana que vem. Assim como cada professor cuidar de uma disciplina, como se os assuntos não fossem relacionados, ou tratar de temas sem mostrar na prática para que servem na sociedade tornam a escola sem sentido.”
A doutora em linguística e especialista no impacto da tecnologia na aprendizagem Betina von Staa também culpa principalmente o sistema de ensino pela falta de aceitação da tecnologia. “Muitos professores não aceitam trabalhos digitados apenas para evitar cópias. A preocupação é maior com o controle de notas do que com as possibilidades de aprendizado”, lamenta.
Foto: O DiaPesquisa em escolas públicas do Rio mostrou que 92% acessam internet todos os dias, em casa, na escola e até no celular
Na opinião dela, o aluno precisa de orientação para procurar informações confiáveis e questionar dados encontrados na internet. “Todas as pesquisas apontam que a tecnologia traz benefícios, porém desde que venha com formação dos professores para dar apoio.”
O Colégio Ari de Sá, em Fortaleza, é um exemplo de exceção na introdução da tecnologia na sala de aula. Além de equipamentos - lousas digitais, computadores e até tablets para os alunos que preferirem o equipamento aos livros - a escola tem formação para os professores diariamente e no contexto das aulas. O coordenador de informática educativa, Alex Jacó França, passa em cada sala tirando dúvidas dos professores e dá dicas de como incluir ferramentas online em cada tópico.
"Muitos temas que passariam sem grande interesse aos alunos acabam ganhando vídeos e experimentos que os marcam. Quanto mais o professor conhece, maior a liberdade que dá ao aluno no formato de suas pesquisas e melhor o aprendizado", garante o especialista. Para ele, mesmo nos casos em que as escolas não têm equipamento, o conhecimento do professor para incentivar o uso de tecnologias e a abertura para deixar os alunos irem além dos livros faz a diferença.
Durante fórum sobre tecnologia e educação promovido pela Blackboard no último dia 12, em São Paulo, educadores estrangeiros sustentaram opinião parecida. A diretora de avaliação da Universidad Cooperativa de Colômbia, Maritza Randon Rangel, afirma que a democratização do acesso à rede dá oportunidade para que mesmo escolas rurais e afastadas tenham desempenho equivalente às que estão mais próximas de recursos culturais e financeiros. “Tivemos êxito com isso na Colômbia, mas além das máquinas é preciso uma equipe com objetivos claros.”
Muitos temas que passariam sem grande interesse aos alunos acabam ganhando vídeos e experimentos que os marcam. Quanto mais o professor conhece, maior liberdade dá ao aluno e melhor o aprendizado",
Alex Jacó, coordenador de informática educativa
Já a pedagoga Patrícia Patrício, mestre em Formação de Professores pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autora do livro “São Deuses os Professores?”, defende que os educadores de sucesso conseguem êxito com ou sem ajuda da escola. “Em geral profissionais que se destacam fazem isso, apesar da escola”, conta.
É o caso de professores premiados em todas as edições das Olímpiadas Brasileiras de Matemática, como Antonio Cardoso do Amaral, de Cocal dos Alves, no Piauí, e Maria Botelho, de Uberlândia, em Minas Gerais. Ambos não têm formação ou estrutura tecnológica acima da média da rede pública nas escolas, mas incentivam os alunos a usá-la em casa e valorizam dúvidas e exercícios trazidos dentro ou fora do contexto da aula. “Às vezes chego em casa e um aluno me deixou uma dúvida no Facebook, eu adoro, significa que eles estão indo além da aula”, diz Botelho.
Continue acompanhando a série:
Esta foi a segunda reportagem de uma série iniciada na segunda-feira que mostrou como os professores não são preparados para ensinar desde o curso na faculdade. Nesta quarta-feira, reportagem fala das dificuldades da formação interna nas escolas.
Na quinta-feira, último dia do especial, profissionais dedicados a mapear práticas didáticas bem sucedidas vão dizer quais são elas e dar dicas práticas e aplicáveis para obter mais sucesso no aprendizado.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Pdf material limitado? Veja o que diz o Ronaldo Lemos!

23/04/2012 - 12h38

Ronaldo Lemos: Educação será revolucionada pela tecnologia

DE SÃO PAULO

Se São Tomás de Aquino reaparecesse hoje vindo da Idade Média, ficaria surpreso ao ver um hospital ou um prédio em construção. Mas se sentiria em casa ao ver uma escola. As salas de aula até hoje são organizadas como no fim da Idade Média: o professor na frente e os alunos (grande parte entendiados) ouvindo o que ele tem a dizer.
A educação cedo ou tarde será revolucionada pela tecnologia. Pense no material didático. Se bem transposto para o digital, tudo muda. Pode tornar-se ferramenta em constante transformação. Alunos e professores participando de seu aperfeiçoamento constante. Cada tópico gerando uma discussão multimídia, com alunos de diferentes escolas disputando soluções originais.
Um desafio é que a educação ainda é excessivamente baseada no texto. Só que a vida dos alunos é cada vez mais rica em mídias: vídeos, sites, redes sociais, música e remixes. "Quando chegam na escola, volta o reinado do bom e velho texto", afirma Ronaldo Lemos.
A esse respeito, ganha força o movimento internacional dos Recursos Educacionais Abertos. A ideia é fazer com que todos materiais didáticos sejam colocados online de forma livre para serem manipulados, adaptados e remixados (o modelo tem apoio da UNESCO).
"Faz muito sentido", diz o colunista da Folha. Nada mais pobre do que colocar material didático em PDF, formato que só reproduz limitações do mundo físico no digital. "O desafio hoje, é construir novas relações entre a informação e envolver alunos e professores neste processo". Fonte.
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/podcasts/1078932-ronaldo-lemos-educacao-sera-revolucionada-pela-tecnologia.shtml